segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

DEMOCRACIA NO BRASIL (POLÍTICA, FORÇA E PODER)

 DEMOCRACIA NO BRASIL

(POLÍTICA, FORÇA E PODER)

Por: Claudio Ramos, a partir da net. C@cau “:¬)26/01/2026

A DEMOCRACIA COMO "INVENÇÃO" DO POVO

- A democracia no Brasil não foi uma concessão das elites.

·         Foi uma conquista que nasce da resistência.

·         A democracia surge como uma necessidade sentida pela sociedade civil para se proteger do arbítrio do Estado.

 SUPERAÇÃO DO CARÁTER DE "MEIO PARA UM FIM"

- A democracia não é um "instrumento" para chegar ao socialismo.

·         Se a democracia for tratada apenas como uma ferramenta descartável, ela perde sua força moral e política.

·         Ela deve ser o objetivo e o caminho ao mesmo tempo.

 A REDESCOBERTA DO "VALOR UNIVERSAL"

- A democracia é um valor universal.

·         Isso significa que as garantias individuais e os direitos políticos são fundamentais para qualquer ser humano, independentemente da sua classe social ou ideologia.

 A RESPOSTA AO AUTORITARISMO

- A repressão sob o regime militar (1964-1985) “educou” a oposição.

·         A falta de liberdade ensinou que, sem instituições democráticas, a luta por igualdade social torna-se impossível e perigosa.

 O PAPEL DA AUTONOMIA SOCIAL

- A democracia exige que a sociedade civil (sindicatos, movimentos sociais, associações) seja autônoma em relação ao Estado.

·         A liberdade política é o que permite que esses grupos se organizem sem serem esmagados pelo poder central.

 

VOLTA ÀS AULAS 2026

 VOLTA ÀS AULAS 2026

Por: Claudio Ramos, C@cau “:¬)26/01/2026

 

É do conhecimento de muitos, o fato de que a aquisição do conhecimento não ocorre apenas no espaço escolar. Mesmo porque, o aprendizado, com todo seu encantamento, importância e complexidade, não se limita a uma temporalidade e/ou uma espacialidade geográfica, como estamos acostumados a pensar. Constantemente, toda a sociedade, com suas inúmeras e importantes instituições, influencia e modela o processo de formação das pessoas (para o bem ou para o mal). No entanto, é sempre bom lembrar que, a exemplo de outras formas de vida, somos havidos por rotinas, leis e padrões. Reconhecemos leis gerais e invariáveis no cosmo; criamos quantificações, metrificações e sistemas para identificá-las, mensurá-las e discriminá-las, com o propósito de utilizá-las pragmaticamente a nosso favor. Gostamos igualmente de justificar, compartilhar e comparar as nossas condutas, valores e crenças pessoais. Em razão de tudo isso e muito mais, a escola ainda é e será (por muitos e muitos anos), um lugar necessário, importante e transformador. É verdade que existem escolas e escolas; existem aquelas onde o diretor é apenas um contador financeiro; outras tantas onde o coordenador de vidas se autopromoveu ao cargo de ‘gestor fazedor de coisas’; e, aquelas outras, onde o professor, em busca da fama, virou animador de plateia. Todavia, mesmo com essas e outras idiossincrasias, a escola tem importância capital na vida das pessoas e da sociedade. A escola é, por excelência, espaço de afirmação (autonomia), socialização (convivência) e sistematização (reflexão). Poucos lugares reúnem tantas criatividades, diferenças e possibilidades ao mesmo tempo. Feliz Voltas às Aulas!!! C@cau “:¬)    

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

APRENDIZAGEM AO LONGO DA VIDA

 

APRENDIZAGEM AO LONGO DA VIDA

(LIFELONG LEARNING)

Por: Claudio Ramos, a partir da net. C@cau 22/01/2026 

VÍDEO AULA:

https://www.youtube.com/watch?v=hxLyTBW18vM&t=47s

INTRODUÇÃO

- Lifelong Learning

·         É o aprendizado contínuo e voluntário ao longo da vida.

·         Origem: Europa na década de 70, ganhando força a partir da década de 90.  

- É uma filosofia que reconhece a necessidade de se adaptar a um mundo em constante transformação.

·         Isso é possível através da aquisição de novos conhecimentos e habilidades.

·         Essa consciência atitudinal é crucial para o desenvolvimento profissional e pessoal.

·         Possibilita que os indivíduos se mantenham atualizados e competitivos em um mercado de trabalho em rápida evolução. 

O QUE SIGNIFICA

- Aprendizado contínuo: a ideia central é que o aprendizado não termina com a educação formal.

·         É um processo que continua por toda a vida.

- Adaptação e evolução: em um cenário de mudanças tecnológicas e sociais, o lifelong learning ajuda as pessoas a se adaptarem e se destacarem.

·         Embora o aprendizado ocorra no presente, ele é focado no desenvolvimento para o futuro.

·         Aprendendo sempre, aprimora-se as habilidades para se manter competitivo. 

QUATRO PILARES

- Aprender a conhecer: aquisição de saberes.

·         Curiosidade e atenção.

·         Desenvolver autonomia.

·         Dominar diferentes linguagens.

- Aprender a fazer.

·         Iniciativa e intuição; boa comunicação.

·         Capacidade de resolução de conflitos; estabilidade emocional.

- Aprender a conviver.

·         Participar de projetos em comum; estabelecer vínculos sociais.

·         Gerenciar conflitos; somar conhecimentos individuais.

- Aprender a ser.

·         Inteligência e sensibilidade; memória e raciocínio.

·         Sentido ético e estético; pensamento autônomo e crítico.

·         Imaginação e criatividade; capacidade física e comunicação.

IMPORTÂNCIAS

- Mercado de trabalho.

·         O aprendizado contínuo é essencial para acompanhar as exigências do mercado, que estão sempre mudando.

- Desenvolvimento profissional.

·         Ajuda a manter a excelência profissional e a se destacar em meio a outros profissionais.

- Cultura de inovação.

·         Em empresas, o lifelong learning fomenta a inovação, melhora a produtividade e contribui para a retenção de talentos.

- Desenvolvimento pessoal.

·         Vai além da carreira, contribuindo para o desenvolvimento geral do indivíduo e sua capacidade de se adaptar a diferentes situações. 

O QUE FAZER

- Cursos e treinamentos.

·         Participar de treinamentos, programas de educação continuada e cursos online.

- No ambiente de trabalho.

·         Aprender através de projetos, colaboração com colegas e por meio de programas de capacitação oferecidos pelas empresas.

- Por conta própria.

·         Ler livros, acompanhar tendências do mercado e outras atividades que envolvam a busca por conhecimento em casa e em outros ambientes de aprendizado.

- Habilidades socioemocionais.

·         Desenvolver competências como empatia, trabalho colaborativo e convivência com divergências. C@cau

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

GUILHERME DE OCKHAM (1285–1347)

 GUILHERME DE OCKHAM (1285–1347)

(A “Navalha” de Ockham)

Por: Claudio Ramos, a partir da IA. C@cau19/01/2026

VÍDEO AULA:

https://www.youtube.com/watch?v=b-J0jnfe10I

1.0  - INTRODUÇÃO

- Ockham considerava a maioria das distinções desnecessárias e complexas.

·         Nasce aqui a sua famosa Navalha de Ockham ("Não se devem multiplicar as entidades sem necessidade").

·         Ele rejeitou a "natureza comum" e a "distinção formal" de Scot, afirmando que apenas indivíduos existem.

·         Para Ockham, a "humanidade" não existe na realidade, apenas na mente como um nome (nominalismo) ou conceito.

2.0 - O FILÓSOFO

- Quem foi Guilherme de Ockham?

·         Guilherme de Ockham (1285–1347) foi um frade franciscano, teólogo e filósofo inglês.

- Algumas obras

·         Suas ideias estão concentradas em obras como: Suma de Lógica e os Comentários às Sentenças.

- O contexto

·         Fim da Baixa Idade Média.

·         Ockham viveu em uma época de disputas entre a Igreja e o Estado.

·         Viveu em um período de intensa transformação e conflitos, marcado pela Crise da Escolástica (o sistema de pensamento que tentava unir fé e razão).

·         O pensamento de Ockham rompeu com a tradição de filósofos como Santo Agostinho (354-430) e São Tomás de Aquino (1225-1274).

·         Foi excomungado após entrar em conflito com o Papa João XXII, defendendo que a Igreja deveria ser pobre e não deveria interferir em assuntos políticos.

- O primeiro moderno

·         Guilherme de Ockham é frequentemente chamado de "o primeiro moderno".

·         Suas ideias ajudaram a encerrar a Idade Média e abrir as portas para o pensamento científico que temos hoje.

- O “doutor invencível”

·         O "Doutor Invencível", ele ficou conhecido por esse apelido devido ao seu rigor lógico e sua capacidade de desmontar argumentos complexos diante de seus opositores.

2.0 - PRINCIPAIS TESES

2.1 - O NOMINALISMO

(O PROBLEMA DOS UNIVERSAIS)

- Para Ockham, conceitos abstratos não existem na realidade.

·         Na Idade Média, discutia-se se a "Humanidade" existia como algo real ou se era apenas um nome.

- A tese:

·         Só existem indivíduos. "Humanidade" é apenas um nome (nomen) ou um conceito mental que usamos para agrupar seres semelhantes.

- Exemplo:

·         Se você olhar para dez cachorros, a "Cachorridade" não existe em um lugar mágico.

·         O conceito "cachorro" é apenas uma etiqueta que nossa mente cria para facilitar a comunicação.

·         O que existem são dez animais individuais.

2.2 - A NAVALHA DE OCKHAM

(PRINCÍPIO DA PARCIMÔNIA)

- Este é o seu conceito mais famoso.

·         Ele diz que "não se deve multiplicar as entidades sem necessidade".

- A tese:

·         Se você tem duas explicações para um fenômeno, a mais simples (a que exige menos suposições) costuma ser a correta.

- Exemplo:

·         Se você chega em casa e a janela está quebrada e um vaso caiu, você pode pensar:

·         1) Um fantasma entrou e derrubou o vaso ou 2) O vento soprou forte.

·         A Navalha de Ockham diz que o vento é a explicação melhor, pois não exige que você prove a existência de fantasmas.

2.3 - SEPARAÇÃO ENTRE FÉ E RAZÃO

- Diferente de São Tomás de Aquino, que tentava harmonizar fé e razão, Ockham dizia que elas pertencem a mundos diferentes.

- A tese:

·         A existência de Deus ou a imortalidade da alma não podem ser provadas pela lógica.

·         A razão deve se ocupar apenas do que podemos observar e experimentar.

·         São questões de fé.

3.0 - IMPORTÂNCIA DE OCKHAM PARA A MODERNIDADE

- O impacto de Ockham:

·         A filosofia do inglês foi gigante tanto nas Ciências Humanas quanto nas Exatas.

3.1 - CIÊNCIAS HUMANAS

(POLÍTICA E LINGUAGEM)

- Indivíduo sobre a Instituição:

·         Ao dizer que só existem indivíduos, ele lançou as bases para o Individualismo Moderno.

·         Se a "sociedade" é apenas um nome, o que importa são os direitos das pessoas reais.

- Estado Laico:

·         Sua defesa de que a Igreja não deveria ter poder político ajudou a fundamentar a separação entre religião e governo.

3.2 - CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS E NATURAIS


- Empirismo:

·         Ao focar no que é individual e observável, Ockham estimulou a observação da natureza.

·         A ciência moderna (física, química, biologia) baseia-se no que podemos medir e testar, não em teorias abstratas.

- Otimização e Algoritmos:

·         A "Navalha de Ockham" é usada até hoje na Programação e Inteligência Artificial.

·         Programadores buscam o código mais limpo e eficiente; cientistas de dados buscam o modelo que explica o máximo com o mínimo de variáveis.

4.0 – DUNS SCOT E OCKHAM

(OCKHAM INFLUENCIADO POR DUNS SCOT)

- Duns Scot (1266-1308), teólogo e filósofo escocês, o "Doutor Sutil".

·         Scot foi beatificado em 1993 pelo Papa João Paulo II, foi membro da Ordem Franciscana e professor da Universidade de Paris.

·         Formou-se na Universidade de Oxford e no desenvolvimento de sua obra ergueu importantes contrapontos ao pensamento de Santo Tomás de Aquino.

·         Embora Ockham seja frequentemente visto como um crítico severo de Scot, sua filosofia é, em grande parte, uma radicalização e uma resposta direta aos problemas levantados pelo "Doutor Sutil" (Scot).

4.1 - A UNIVOCIDADE DO ENTE

- Scot rompeu com a tradição de Tomás de Aquino

·         Aquino defendia a analogia do ser (semelhança entre fatos distintos); Scot afirmou que o conceito de "ser" ou "ente" é unívoco.

·         Isso significa que, quando dizemos que "Deus é" e que "uma pedra é", o termo "ser" tem o mesmo significado básico em ambos os casos.

- Influência em Ockham

·         Ockham aceitou a univocidade de Scot, mas a despiu de suas implicações metafísicas.

·         Para Ockham, a univocidade não se refere a uma "realidade comum" do ser, mas à maneira como nossos conceitos mentais funcionam como signos que podem se referir a diferentes coisas da mesma forma.

4.2 - O VOLUNTARISMO DIVINO

- Scot deu primazia à vontade sobre o intelecto.

·         Ele argumentava que Deus não criou o mundo por necessidade lógica, mas por um ato de vontade livre.

- Influência em Ockham:

·         Ockham levou isso ao extremo com o conceito de Onipotência Divina (potentia absoluta).

·         Argumentava que, se a vontade de Deus é absolutamente livre, as leis morais e naturais não são necessárias por natureza, mas dependem inteiramente do que Deus decidiu.

·         Isso abalou a ideia de que a razão humana poderia deduzir verdades teológicas imutáveis apenas pela lógica.

4.3 - O CONHECIMENTO INTUITIVO

- Scot introduziu a distinção entre conhecimento abstrativo (que lida com a essência das coisas, independentemente de estarem presentes) e conhecimento intuitivo (que apreende a coisa como existente e presente).

- Influência em Ockham:

·         Esta é talvez a maior herança. Ockham transformou a intuição de Scot na base de sua teoria do conhecimento.

·         Para Ockham, todo conhecimento real começa com a intuição de um indivíduo singular.

·         Se não temos uma intuição direta de algo, não podemos afirmar sua existência real.

4.4 - HECCEIDADE E DISTINÇÃO FORMAL

- A Distinção Formal e a Hecceidade são conceitos centrais na metafísica do filósofo escolástico João Duns Scot.

·         Usados para explicar como os seres individuais existem, possuem características únicas e se distinguem uns dos outros, mantendo uma natureza comum. 

4.4.1 - HECCEIDADE

- Hecceidade (do latim haecceitas = "esta coisa")

·         É o "princípio de individuação" ou a "istoicidade".

·         É aquilo que torna um ser individual único e singular, distinguindo-o de todos os outros da mesma espécie.

·         Hecceidade é o componente ontológico que me faz ser "eu" e não "você".

- Conceito

·         Enquanto a essência (quididade) diz o "que" uma coisa é (ex: ser humano), a hecceidade diz "esta" coisa é (ex: este humano específico).

·         É a última realidade do ser, a sua singularidade absoluta, que não é repetível.

- Função

·         Scot propõe a hecceidade para explicar por que dois indivíduos com a mesma natureza (dois seres humanos, por exemplo) não são a mesma coisa.

·         Ela é algo positivo na coisa, não apenas a ausência de algo. 

4.4.2 - DISTINÇÃO FORMAL

- Distinção Formal (distinctio formalis)

·         É uma distinção intermediária entre a distinção real (entre duas coisas separadas, como uma mesa e uma cadeira) e a distinção conceitual/razão (apenas na mente).

·         É o modo como sabemos que a minha humanidade (natureza comum) e o meu ser-isto (hecceidade) são aspectos diferentes na mesma pessoa, sem serem duas partes separadas.

- Conceito

·         A distinção formal existe entre duas "formalidades" (aspectos ou características) na mesma coisa, que não são separáveis fisicamente, mas que possuem realidades distintas e inteligíveis por si mesmas antes de qualquer ato da mente.

- Função 

·         Scot usa isso para explicar a relação entre a "natureza comum" (a humanidade) e a "hecceidade" (o ser-isto) de um indivíduo. A natureza e a hecceidade na mesma pessoa se distinguem formalmente, mas não realmente. 

EUA X EUROPA: A SORTE ESTÁ LANÇADA

 EUA X EUROPA: A SORTE ESTÁ LANÇADA

("ALEA IACTA EST")

Por: Claudio Ramos, C@cau 17/01/2026

A expressão acima está historicamente relacionada a um fato ocorrido em janeiro de 49 a.C.; no entanto, ontem (16/01), ao ler sobre as reiteradas declarações feitas pelo líder do Poder Executivo dos EUA com relação a maior ilha do mundo (Groelândia), ela me veio à mente.

Segundo o historiador Suetônio, ao cruzar o rio Rubicão (norte da Itália) em direção à Roma, Júlio César (100-44 a.C.) teria dito esta frase famosa (“A sorte está lançada”). Entre outras coisas, a frase resume a consciência de que não havia mais espaço para diálogos diplomáticos; ou seja, ou ele venceria o conflito político/militar contra Pompeu (106-46 a.C.) e reformaria Roma (transformando a República em um Império) ou seria destruído.

O chefe do executivo norte americano, ao longo dos messes, tem afirmado repetidas vezes que a Groenlândia é vital para a segurança dos EUA (construção do Domo de Ouro; ver Domo de Ferro em Israel) devido à sua localização estratégica e à grande quantidade de minerais que possui, e não tem descartado o uso da força para conquistá-la. Ontem, em um evento, de maneira enigmática ele declarou: "Posso impor tarifas a países que não concordarem [...], porque precisamos da Groenlândia para a segurança nacional".

Bom, nós estudamos Filosofia (2003-2007) e Ciências Sociais (2022-2025), não somos Historiadores; todavia, nos parece que, a exemplo do que ocorreu há muitos séculos na Itália, ontem o “Rio Rubicão” foi atravessado novamente, não há volta possível; ou o líder dos EUA se tornará, no que diz respeito à Groelândia, um líder destituído de sua força e prestígio (caso não consiga a ilha) ou um imperador cujos desejos não podem ser contrariados (caso consiga a anexação). De qualquer forma, é bom que se durma com um dos olhos bem aberto! C@cau “:¬) 

A MAIOR CARICATURA (CARNAVAL)

  A MAIOR CARICATURA (CARNAVAL) Por: Claudio Ramos, C@cau “:¬)09/02/2026 Alguém disse que “O carnaval é a maior caricatura, na folia o...